Segundo ele, casos de vandalismo, como bancos rasgados, pichações e lixo nos veículos, têm gerado prejuízos ao patrimônio público.
Para aumentar a segurança e reduzir os danos, a Secretaria de Educação avalia a instalação de câmeras de monitoramento e a presença de monitores nos veículos da frota própria.
Gabriel também alertou que a depredação é crime e pode resultar na cobrança dos prejuízos aos responsáveis e até na perda do direito ao transporte escolar.
Atualmente, entre 1.600 e 1.700 alunos utilizam o serviço, atendido por uma frota de cerca de 15 veículos que está sendo renovada com a chegada de novos ônibus. Fonte rádio Cultura fm